Novas Regras Dívidas Crédito à Habitação

Dívidas do empréstimo habitação ao BancoDescubra quais são as novas regras que estão em discussão sobre quem não consegue pagar as dívidas do Crédito à Habitação. Saiba como as famílias podem ter os seus problemas resolvidos quando não conseguem cumprir com o pagamento das prestações do empréstimo da casa.

A proposta atual prevê que quando o titular do crédito fique desempregado o banco seja obrigado a renegociar o seu contrato e reestruturar o crédito. Também entram nesta excepção as pessoas que tenham visto os seus rendimentos cair pelo menos 35% no último ano, cujas famílias tenham uma taxa de esforço de 45% no caso de agregados com filhos e 50% para agregados sem filhos ou casos em que imóveis em que não excedam 90 mil euros, 105 mil euros e 120 mil euros, consoante a sua localização.

Em caso de endividamento e incumprimento do pagamento, pode obter os seguintes benefícios:

  1. Reestruturação da dívida com o banco a ser obrigado a baixar a taxa de esforço para 45% no caso de agregados com filhos e 50% no caso de agregados sem filhos;
  2. Período de carência com duração mínima de 12 meses e máxima de 48 meses;
  3. Prorrogação do prazo de amortização do empréstimo até 50 anos após a sua contratualização;
  4. Limite ao spread durante o período de carência para 0,25% ou durante 48 meses quando escolhido o regime de valor residual;
  5. Concessão de um segundo empréstimo para ajudar a suportar as prestações do crédito à habitação.

Em alguns casos, caso você queira entregar a casa ao banco, pois não tem condições financeiras para manter a mesma, é possível entregar a casa e cessar as obrigações que tem para com o banco. Por exemplo, se pediu um empréstimo de 100 mil euros (para um imóvel do mesmo valor), e a casa desvalorizou em 50%, significa que agora só vale 50 mil euros. Se você já tiver pago esse dinheiro ao banco, com a entrega do imóvel, a dívida fica saldada.